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Basquiat supera 170 mil visitas nos dois primeiros meses de exposição em São Paulo

Procissão, Jean-Michel Basquiat, 1986, Acrílico e relevo de madeira, 162 x 244 cm, ©The Estate of Jean-Michel Basquiat. Licensed by Artestar, New York.

Tão intensa quanto a obra de Jean-Michel Basquiat tem sido a frequência do público no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) São Paulo, onde estão expostas, para prestigiá-la. Desde a abertura da exposição do artista, em 25 de janeiro, cerca de 172 mil visitantes já passaram por lá. A média diária de visitas tem sido de 3,7 mil pessoas.

Essa é a primeira retrospectiva da carreira do artista, que faleceu aos 27 anos quando ainda estava no auge da sua produção em 1988. Seu trabalho tem sido cada vez mais difundido e pesquisado e, em 2017, uma de suas obras foi a mais cara já vendidas por um artista americano, por US$ 105 milhões em um leilão.

As peças exibidas no Brasil fazem parte do acervo particular da família do industrial Mugrabi, um dos maiores colecionadores tanto de Basquiat quanto do pintor pop Andy Warhol (1928-1987). Elas foram disputadas por diversos países, entre eles Coreia do Sul, Japão e Rússia, e só vieram ao Brasil depois de dois anos de negociação.

“Estamos, mais uma vez, muito felizes em apoiar uma exposição de tão grande aceitação pelo público. Entendemos que o investimento em cultura contribui para democratização e acesso do público em geral, formação cultural dos cidadãos brasileiros”, afirma Leonardo Mattedi, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE.

“Acreditamos que sustentabilidade é um investimento na sociedade e em seu futuro. Para o GRUPO, a arte constrói, questiona e transcende fronteiras. Por isso, ter o incentivo à arte como um dos pilares de Responsabilidade Corporativa demonstra o compromisso da empresa com o desenvolvimento da sociedade”, completa Fátima Lima, diretora de Marketing e Sustentabilidade da companhia.

Com patrocínio do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, as obras de Jean-Michel Basquiat ficam na capital paulista até o próximo 7 de abril para, em seguida, serem expostas em Brasília (de 21 de abril, aniversário da capital federal, a 1o de julho), Belo Horizonte (16 de julho a 26 de setembro) e Rio de Janeiro (12 de outubro a 8 de janeiro de 2019). Depois do Brasil, Alemanha (Frankfurt) e França (Paris) receberão o acervo.

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