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Principais riscos na agricultura - Banner

Principais riscos na agricultura

A definição de risco na agricultura está associada a resultados negativos e imprevisíveis causados por variáveis biológicas, climáticas, reguladoras e de mercado. Essas variáveis incluem adversidades naturais envolvendo a sanidade das plantas (como o aparecimento de pragas, doenças e plantas daninhas, que devem ser devidamente controladas pelo produtor); fatores climáticos não controláveis (como o excesso de chuvas, granizo, secas prolongadas, geadas, inundações, ventos fortes ou frios e queda de raios), e mudanças nos preços de insumos e/ou dos produtos finais.

Estudo realizado em 48 países indica que 25% dos danos provocados por desastres naturais ocorridos entre 2003 e 2013 recaíram sobre a agropecuária, causando prejuízos de US$ 70 bilhões nessas atividades. Estima-se que 44% dessas perdas foram causadas por seca e 39% por enchentes. No Brasil, análises evidenciam perda anual próxima de R$ 11 bilhões devido a eventos extremos.

Ressalta-se que, dados os recursos disponíveis e as variáveis do contexto, os resultados da atividade agrícola estão relacionados à qualidade das diversas decisões dos agricultores, antes, durante e após o processo produtivo, se referindo basicamente a três questões: O que produzir? Como produzir? Para quem produzir? Tais decisões dizem respeito à definição sobre a tecnologia a ser empregada, à forma de financiamento, à estratégia de comercialização, entre outros fatores e são envolvidas, influenciadas e modificadas por diversos tipos de riscos. Ou seja, ao tomar essas decisões, os agricultores levam em conta as possíveis ameaças, realizando, assim, uma gestão integrada do risco.

A melhor maneira do produtor se proteger é fazendo um correto planejamento, que inclua todas as possibilidades de se proteger contra ações que não dependem do empenho do produtor.

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Fontes:

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