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Geotecnologias aplicadas no campo

A evolução da telefonia e acesso à internet é mais que evidente na cidade. E no campo? A diferença não é grande, segundo a pesquisa “Tecnologia da Informação no Agronegócio” do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O estudo identificou, por exemplo, que 71% dos donos de microempresas rurais e 85% dos proprietários de empresas de pequeno porte no campo usam smartphones para acessar a web.

É a partir dessa onda tecnológica que o terreno rural se torna cada vez mais propício para o uso de ferramentas de agricultura de precisão digital capazes de guiar a produção na fazenda. Entre essas soluções estão sistemas de captação de imagens via satélite ou drones, miniestações climáticas e sensores remotos nas fazendas. Tudo isso para que os produtores tenham melhores subsídios para definir o manejo a ser utilizado e os momentos certos para cada operação no campo.

Colheitadeiras equipadas com sensores de colheita e de geolocalização são capazes de determinar a quantidade de grãos colhidos à medida em que o equipamento realiza seu trabalho, obtendo-se assim um mapa que irá mostrar a variação de produtividade entre os vários pontos da lavoura. Com isso o produtor tem a chance de saber, por exemplo, quais as variedades, adubações, densidades populacionais que conseguiram os melhores resultados para que, na próxima safra, ele possa se valer destas informações a fim de definir seus insumos e o manejo a ser adotado, tendo em vista a obtenção de maiores produtividades.

As Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARPs) estão na linha de frente dessa revolução no campo. Munidas de lentes potentes, as ARPs podem fazer uma varredura completa da fazenda, identificando pragas e doenças e ajudando o produtor a decidir quando, onde e como combatê-las.

Sem dúvida trata-se de um caminho sem volta, onde as geotecnologias estarão cada vez mais presentes nas propriedades, auxiliando os produtores a monitorar suas lavouras e a tomar as melhores decisões.

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Fontes:

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